Um falso documentário, uma comédia sobre a vida do lendário jornalista Agamenon Mendes Pedreira (Hubert), personagem fictício que assina a coluna publicada na edição dominical do jornal O Globo. Agamenon é um jornalista que teria nascido no final do século 19 e estaria vivo até hoje, estando presente em diversos momentos importantes históricos do século 20, tendo sempre uma versão única dos acontecimentos. Participações especiais de Fernando Henrique Cardoso, Jô Soares, Paulo Coelho e Caetano Veloso, que dão depoimentos antológicos sobre o repórter.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Victor Lopes
Elenco: Marcelo Adnet, Hubert, Rui Castro, Marcelo Madureira, Pedro Bial, Luana Piovani, João Barone, Alcione Mazzeo, Miéle, Fernanda Montenegro (narração)
Produção: Flávio Tambellini
Roteiro: Marcelo Madureir, Hubert
Ano: 2011
País: Brasil
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Downtown Filmes/ Paris Filmes/ RioFilme
Estúdio: Globo Filmes / Tambellini Filmes
Hoje, alguns dias depois da estréia, decidi assistir a Agamenon, Um documentá rio fictício, sobre um repórter fictício que presenciou praticamente todos os grandes acontecimentos do final do Séc.19 até os dias atuais. Contando partes da histórias jamais vistas antes e que na maioria das vezes sempre terminava em sexo, coisa típica do cinema brasileiro.
Confesso que esperava mais deste filme, porém devo admitir que não achei assim o filme de todo ruim como muitos estão por ai comentando. O filme é interessante, na verdade é um banho sobre a história mundial com toques de humor inteligente e algumas vezes negro. Existem uma ou duas partes que o espectador ri realmente da piada, até porque são piadas obvias, mais na maioria das vezes o silêncio tomava conta da sala e alguns poucos achavam graça na piada.
Vários nomes conceituados, famosos, jornalistas,artistas e escritores famosos como Paulo Coelho marcaram sua presença nesse pitoresco fracasso do Cinema Brasileiro, infelizmente a quantidade de pessoas prestigiadas pela sociedade foi insuficiente para salvar esse documentário fictício. Péssimo mais interessante, nota 5.



















